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Conta-me como foi a tua Viagem com Leila Campos

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Olá, sou a Leila Campos e vou estar à conversa com Anabela Fonseca em Conta-me como foi a tua Viagem, no próximo dia 16 de maio, às 22h00, em direto, na página do Facebook Viagens e Excursões.
Vamos todos viajar até Israel e Jordânia.

Viajar é perdermo-nos na direção certa. É ir ao encontro da nossa essência e conhecer um desconhecido que nos torna mais humildes e solidários. Assim foi a minha viagem a Israel e à Jordânia.

Um dos meus sonhos era ir a Israel

Era a segunda vez que visitava Israel, por isso dispensava um roteiro inteiramente turístico. Sem grandes planos, mas com a intenção de conhecer tudo, menos o óbvio, fui com um grupo de 3 pessoas que conheciam bem o país.

Um dia, numa conversa entre amigos, disse que um dos meus sonhos era ir a Israel conhecer todos aqueles locais que ninguém vai. A minha falta de humildade traduziu-se num desafio que eles aceitaram de imediato. Riram-se e perguntaram-me quando queria partir. Faziam parte de uma ONG, já lá tinham estado a trabalho e para sorte minha, queriam voltar, agora sem compromissos ou agendas.

Dois dias sem destino

2 meses depois desta conversa, estava sentada, sozinha, num avião rumo a Telavive, para uma estadia de 2 semanas e com uma única reserva, 2 noites num hostel em Jaffa. Fui a última a chegar e iria aterrar às 2h:00 de manhã. Tinha insistido para ninguém me vir buscar devido ao adiantado da hora, e porque não sabia quanto tempo iria demorar a sair do aeroporto. Uma outra história. Se tiver tempo, conto

O hostel era um misto de decadência e charme. No terraço havia uma cozinha comunitária e área de chill out com uma vista deslumbrante para a cidade. Jaffa é o contraponto antigo e histórico da moderna e vibrante Telavive. Foram 2 dias em que me permiti andar sem destino. Perdi-me no mercado das pulgas e não faltei à chamada sedutora do pôr-do-sol do Porto de Jaffa.

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A partir daqui o Norte era o nosso destino. Alugámos um carro rumo ao primeiro de três Kibbutz que iríamos visitar. Em Harduf, situado na Baixa Galileia, fomos recebidos por um simpático casal que me mostrou toda a comunidade e como funcionava.

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Em poucas palavras, os Kibbutz são uma forma de organização comunitária onde todos os que podem trabalham, mas ninguém recebe dinheiro. A filosofia é: dá o que podes, recebe o que precisas. Há uma loja onde adquirem os produtos de que necessitam. Ninguém paga renda ou despesas com a casa.

Existe um refeitório comunitário onde são servidas diariamente três refeições gratuitas. Todos os serviços necessários – da saúde à educação das crianças – são providenciados pelo “kibbutz”. Hoje ainda existem cerca de 270 kibutz espalhados por todo o país.

Tendo Harduf como base, visitámos Nazaré e o Mar da Galileia. Aqui fomos a Cafarnaum, antiga cidade bíblica situada na margem norte do Mar da Galileia onde Jesus viveu.

Sob um sol inclemente, apontámos para sul e atravessámos o deserto de Negev. Depois de longas horas de viagem, fizemos uma pequena paragem no que seria o nosso segundo kibbutz, Neot Semadar. No meio do nada, apareceu-nos um café com alimentos orgânicos, queijo de cabra e outras delícias, um verdadeiro oásis.

 

Próxima paragem, o Mar Morto e as grutas de Qumran, onde foram encontrados os manuscritos do Mar Morto. Ainda mais a sul, Lotan, o terceiro e último Kibbutz, onde ficámos duas noites. Eilat era a nossa penúltima paragem. Foi uma surpresa.

Banhada pelo Mar Vermelho que, apesar do nome, tem uma água cristalina com um tom azulado, Eilat é a cidade mais ao sul de Israel. Pela excelente condição de visibilidade e grande quantidade de corais, o Mar Vermelho, em Eilat, convida à prática do mergulho.

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Não resisti ao Dolphin Reef. Aqui os visitantes podem interagir com os golfinhos, mas estes não são treinados, não há espetáculos, nem recompensas para os animais fazerem acrobacias. Os golfinhos não são mantidos em cativeiro, e existe um respeito pela sua natureza e habitat naturais, e foi isso que mais gostei.

 

A localização de Eilat é estratégica para quem quer conhecer Petra, no país vizinho.

A primeira vez que vi uma imagem de Petra foi na “Última Cruzada”, um filme da trilogia Indiana Jones – o cenário era tão fantástico que me deixou maravilhada! Desde então, ambicionava lá ir.

Petra foi a realização de um sonho antigo. Durante um dia inteiro, explorei os seus desfiladeiros. Entrei nas cavernas e fiquei frente a frente com o imponente El Khazneh, o Tesouro.

Não vou adiantar mais nada.

Não percam, no próximo sábado, dia 16 de maio, às 22h00, em direto, na página do Facebook Viagens e Excursões.

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